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domingo, 26 de janeiro de 2020

MANTIDA A RESOLUÇÂO CFP Nº 01/99

Já expusemos em nossa retrospectiva 2019- que o STF havia mantido a resolução CFP nº 01/99 na íntegra, isto é, psicólogos não podem oferecer qualquer tratamento para a homossexualidade, haja vista que não é doença. Dito de outra maneira, não podem utilizar-se de práticas de "reversão sexual", "cura gay".
Parabéns! Vitória! Mantida a coerência da Psicologia com os aportes científicos, teóricos e técnicos.
#ReversãoSexual
#NãoàCuraGay
#PsicologiaDaSexualidade
#Sexualidade
#GêneroESexualidade
#ResoluçãoCFPNº01/99



Acesse o site para ler a notícia completa,
https://site.cfp.org.br/stf-extingue-acao-contra-resolucao-cfp-n-01-99/
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sexta-feira, 14 de junho de 2019

HOMOFOBIA AGORA É CRIME


STF enquadra homofobia e transfobia como crimes de racismo ao reconhecer omissão legislativa.
 Canadá, Chile, França, Espanha e Finlándia são alguns dos países que já criminalizaram  a homofobia e transfobia.

Dia 13/06 p.p. o STF concluiu o julgamento e decidiu que até que o Congresso Nacional edite lei específica as condutas homofóbicas e transfóbicas se enquadram na tipificação da Lei do racismo.
Importante decisão já o Brasil é o país onde mais se mata a população LGBT. “Segundo o Grupo Gay da Bahia, a cada 20 horas, uma(um) LGBT morre no Brasil por ser LGBT – ou seja, por conta da LGBTfobia. O grupo também registrou um aumento de 30% nas mortes de LGBTs em 2017, quando 445 pessoas foram mortas, em relação a 2016, ano em que 343 mortes foram motivadas por LGBTfobia. Já em 2018 esse número caiu, mas ainda se manteve alto, com 420 mortes. O Relatório Mundial da Transgender Europe mostra que, de 325 assassinatos de transgêneros registrados em 71 países nos anos de 2016 e 2017, um total de 52% – ou 171 casos – ocorreram no Brasil.
Importante salientar que estatísticas apontam que empresas com maior diversidade de gênero, etnia e educação sexual em sua equipe são 33% mais propensas a ter maior rentabilidade.
Veja o link

#psicologianaveia
#cmtamaso.blogspot.com
#LGBT
#Homofobia
#PsicologiadaSexualidade
#sexualidade


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quinta-feira, 16 de maio de 2019

TRANSEXUALIDADE: DE TRANSTORNO AOS NECESSÁRIOS CUIDADOS MÉDICOS


H


á 29 anos, a homossexualidade deixou de ser considerada doença pela OMS.
Por isso a data de 17 de maio foi escolhida como dia internacional contra a homofobia.
A partir daí, as chamadas terapias de “cura gay” começaram a desaparecer.
De acordo com reportagem da Folha de São Paulo, “nos anos 50 e 60, conta o escritor Neel Burton, autor do livro O Significado da Loucura (The Meaning of Madness), o tratamento típico envolvia dar choques elétricos no paciente enquanto ele olhava fotos de homens nus. Segundo o autor, nada disso funcionou. No Brasil, apenas em 1999 o Conselho Federal de Psicologia se posicionou contra este tipo de terapia. A decisão de retirar a transexualidade do código de doenças mentais demorou pelo menos cinco anos”.
O CFP emitiu a Resolução 01/99 que determina que não cabe a profissionais de Psicologia no Brasil o oferecimento de qualquer tipo de prática de reversão sexual, uma vez que a homossexualidade não é patologia.
Neste próximo 20 de maio , na 72ª Assembleia  Mundial da Saúde, os membros da ONU oficializarão a 11ª versão da CID. Já no ano passado psicologianaveia  noticiou que na nova edição, a transexualidade deixou de  ser considerada transtorno  mental e migrou para a categoria de cuidados médicos. Desse modo, o transexual não mais pode ser considerado doente, mas sim uma pessoa que possa necessitar de cuidados médicos, de atenção , principalmente durante processo de transição de gênero.

No entanto em um país onde mais se mata a população LGBT, a notícia é um começo. Digo início porque o processo de respeito ao outro, às diferenças, é um processo construído  ao longo do tempo por meio da educação, especialmente no contexto familiar  e escolar.
Há ainda muito trabalho do psicólogo a ser realizado. 
A população LBGT começou a sair do armário, ganhou visibilidade e, com isso, abalou o imaginário heternormativo vigente, trazendo novamente à tona o estigma e discriminação e até o questionamento da Resolução do CFP.
Contudo, há poucos  dias informamos que o CFP  obteve  liminar que mantém a íntegra da Resolução CFP nº 01/99.
Enfim, a batalha em prol dos Direitos Humanos é contínua e por isso não podemos esmorecer.


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