Mostrando postagens com marcador DIREITOS DA CRIANÇA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DIREITOS DA CRIANÇA. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de julho de 2019

LEGADOS DO ECA X:DIREITOS COM POESIA

Finalizamos  a série Legados do ECA  com um video que  aborda  o art. 10, faz um retrospecto  histórico sobre os dispositivos legais que culminaram com o ECA.
Salienta a importância de dar voz à palavra da criança,  escutá-la, inclusive sobre sua própria percepção de estar ou não sendo protegida,  sobre como vê seus direitos e deveres. Para isso,  traz o  vídeo  do projeto da Ludocriarte em parceria com a CESE (Coordenadoria  Ecumênica de Serviço) - Ação para Crianças.
A seguir, abordamos que apesar dos avanços  há indicadores lamentáveis e por fim,  relembramos um poema de Mistral.



Vamos ao vídeo?



#DireitosDaCriança
#PsicologiaForense
#PsicologiaJurídica
#ECA

LEIA MAIS

domingo, 21 de julho de 2019

PORQUE RIR FAZ BEM: DIREITOS DA CRIANÇA

ECA  mudou? O que acha?
Comente. Dê sua opinião.

Em celebração aos 29 anos do ECA


LEIA MAIS

LEGADOS DO ECA IX- SOBRE O TRABALHO INFANTIL

Olá !
Chegamos ao penúltimo post  da série Direitos da Criança.

Neste momento, abordamos o art. 9  dos Direitos da Criança que cita que toda criança tem direito a ser protegida do abandono e do trabalho infantil.
O vídeo discute o tema mencionando dados sobre o trabalho infantil,  a história de alguns adolescentes sua definição, notícias recentes sobre o tema, além dos possíveis impactos na vida de crianças e adolescentes.
Vídeo muito bem ilustrado com imagens e áudios.
Que tal assisti-lo?



#DireitosDaCriança, 
#ECA, 
#PsicologiaForense
#PsicologiaJurídica
#TrabalhoInfantil
LEIA MAIS

sábado, 20 de julho de 2019

LEGADOS DO ECA VIII: É BOM SER CRIANÇA?


E

sse é um direito que, geralmente, todos temos conhecimento, não? O direito constituído no Art. 8. dos Direitos da Criança de que ela tem direito a ser socorrida em primeiro lugar, em caso de catástrofes.
Em situações de emergência, crianças e mulheres são os mais propensos a sofrer abusos e explorações”, explica Halim Antônio Girade, coordenador da área de emergências da Unicef no Brasil. Crianças e idosos são os primeiros a perder seus direitos em condições extremas  por isso têm prioridade.
Um incidente que ilustra bem este problema é o furacão Katrina, que alagou a cidade de Nova Orleans, EUA, em 2005. Nos abrigos, mesmo abarrotados de gente, muitas mulheres sofreram abuso sexual. Já em países com guerras civis, é comum treinar crianças para entrar na guerrilha.
Objetivando manter os direitos deste grupo de pessoas, teoricamente mais frágeis e dependentes, existe a Declaração sobre a Proteção da Mulher e da Criança em Estados de Emergência e de Conflitos Armados, criada pela ONU em 1974 – o texto é reforçado pela Convenção sobre os Direitos da Criança, de 1989. No Brasil, a prioridade de atendimento em situações emergenciais é sempre de crianças, adolescentes e grávidas – por carregar uma criança no ventre. Só então é a vez de mulheres e idosos.
Não encontramos dados do índice de cumprimento desse direito da criança de prioridade a socorrida em primeiro lugar.

Gostou da postagem?
Curta! Comente! Compartilhe com amigos.
Continue acompanhando nossa série de postagens sobre  os Direitos da Criança.
Não se esqueça....
Siga meu blog- cmtamaso.blogspot.com
Curta e comente em pelo menos 4 das 10 postagens.
Compartilhe com pelo menos 2 amigos.
Assim concorrerá ao sorteio de 2 Kits- psicologianaveia
Fique agora com um vídeo.......


#DireitosDaCriança
#PsicologiaForense
#PsicologiaJurídica
#ECA


LEIA MAIS

sexta-feira, 19 de julho de 2019

LEGADOS DO ECA VII- SOBRE O DIREITO DE EDUCAÇÃO E AO LAZER


V


ocê tem conhecimento como tem transcorrido a política educacional em nosso país?
Interessa-se pelo tema? Crê que tem a ver com você?
A educação gratuita e o lazer infantil são direitos de toda criança e estão descritos no artigo 7 da referida Declaração dos Direitos da Criança.
Em postagem anterior abordamos sobre os cortes de verba na educação básica.
Inserir link
Mas vamos a um flash back:
De 1990 a 2015, o percentual de crianças com idade escolar obrigatória fora da escola caiu de 19,6% para 6,5% (Pnad).
Este foi um dos avanços possibilitados também pelo ECA.
Entretanto, mesmo com tais conquistas, “em 2015, 2,8 milhões de meninos e meninas ainda estavam fora da escola (Pnad, 2015). E essa exclusão escolar tem rosto e endereço: quem está fora da escola são os pobres, negros, indígenas e quilombolas”.
A educação constitui-se em uma forma de proteção à criança contra a violência e como disse o patrono da educação brasileira Paulo Freire:
Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo”.

Quanto ao direito ao lazer, ponderamos que o brincar possibilita o desenvolvimento infantil. É por meio do brincar que a criança desenvolve suas habilidades tanto físicas, motoras, socioemocionais como cognitivas. Aprende a interagir com seus pares, a compartilhar, a respeitar as regras, a competir, a cooperar, a pedir, a desculpar-se.
Por isso brincadeira é coisa séria.
A forma como entendemos a educação formal e o lazer de nossos filhos perpassa pela nossa concepção de infância.  Sem qualquer pretensão de esgotar um assunto tão complexo percebo um processo de adultização da infância, ou seja, crianças empoderadas participando  junto a adultos das mesmas atividades,  trajando-se iguais a eles.
Na pós-modernidade as atividades lúdicas mudaram. As crianças conhecem as novas tecnologias precocemente, são alvo de um mercado sedento de pequenos consumidores. Tais brincadeiras, no geral, diminuem o movimento de seu corpo, sendo um dos fatores do aumento da obesidade infantil e a interação social, dificultando o aprendizado da empatia, do encontro com o outro, podendo inclusive pelo prazer instantâneo gerar dependência tecnológica.
Portanto cabe indagar: Que mundo desejamos para nossos filhos?
Assistamos a um vídeo.
O que achou do post? Curta. Comente. Comente. Compartilhe.
Amanhã prosse nossa série.


#DireitosDaCriança
#PsicologiaForense
#PsicologiaJurídica
#ECA
#AtividadeLúdica
#BrincarÉCóisaSéria
#Educação
#DesenvolvimentoInfantil





LEIA MAIS

quinta-feira, 18 de julho de 2019

LEGADOS DO ECA- DIREITOS DA CRIANÇA

Olá pessoal. Nos 29 anos de homologação do ECA quem pode ganhar o presente é você . Isso mesmo,
Fiz uma série de 10 postagens desde 13/07 no Blog - cmtamaso.blogspot.com 
Para concorrer ao sorteio:
1. Siga-me no cmtamaso.blogspot.com
2. Curta e comente pelo menos 4 das 10 postagens.
3. Compartilhe pelo menos 2 postagens com amigos.
Acesse o blog, vídeo nas redes para maiores informações.

Você estará concorrendo a um sorteio de 2 Kits psicologianaveia
Bora lá...


Kit psicologianaveia

#DireitosDaCriança
#PsicologiaJurídica
#PsicologiaForense
#ECA
LEIA MAIS

quarta-feira, 17 de julho de 2019

LEGADOS DO ECA VI- FALANDO COM OS PAIS


V



ocê pai, mãe ou educador, já se deparou com a tarefa desafiadora da educação infantil?
Com certeza, para exercer tal tarefa lhe exigiu-lhe o desenvolvimento de várias habilidades, não?
Apesar de atualmente, a maioria concordar que a criança precise ser compreendida, amada, ser criada com apego não há uma única definição para o amor, compreensão e apego, haja vista que cada um tem sua concepção dos mesmos.
Não há consenso sobre a forma de educar as crianças. O padrão educativo encontra-se determinado sóciohistórico e culturalmente, ou seja, de acordo com dada época, visão de mundo, com base na criação que os próprios pais tiveram.
No entanto, baseado não somente na evolução da Psicologia do Desenvolvimento, mas também no contexto cultural no qual vivemos, tem-se que o artigo 6 dos Direitos da Criança que  toda criança tem direito a amor e a compreensão por parte dos pais e da sociedade.
A criação com apego rechaça completamente a punição, crendo que o respeito, diálogo e compreensão das emoções da criança possam possibilitar o seu desenvolvimento.
Padrões parentais positivos, tais como monitoração positiva, desenvolvimento moral são facilitadores do desenvolvimento infantil. Por outro lado, a violência, a monitoração estressante, a falta de disciplina, a negligência e a punição inconsistente são prática negativas que dificultam a evolução dos filhos sob âmbito social, cognitivo e emocional.
Vale citar que a Suécia, em 1979, foi o primeiro pais a abolir castigos físicos em crianças, seguido pelos vizinhos países escandinavos.

No Brasil, em 2014 foi promulgada a Lei nº Lei 13.010/2014, chamada Menino Bernardo, necessária em face do alto índice de violência doméstica contra criança e adolescente, conforme já mencionamos em post anterior (mais especificamente- Legados do ECA- IV).
Aos 11/07/19 corrente, a França se tornou o 56º país a banir referidos comportamentos na educação dos filhos, retomando o debate sobre as práticas parentais naquela sociedade.
Ausência de castigos, não significa permissividade, negligência. Os pais precisam ter autoridade e serem os adultos na hierarquia familiar, o que difere de autoritarismo.
Construir uma relação pelo medo será o melhor caminho?  Pelo medo, tendemos a promover a agressividade infantil e a formarmos adultos ansiosos e depressivos e inseguros.
Se os pais usam de violência para, que mesmo que provisoriamente, deter o comportamento dos filhos é importante que compreendam o motivo de essa dinâmica persistir.
Sob meu ponto de vista, o castigo (entendido como punição física, como parte de uma ação mais sob o controle do humor dos pais, do que sob o comportamento da criança) humilha, desrespeita e não possibilita a educação, mas ao contrário, traz danos ao desenvolvimento infantil, conforme  mostra-nos Guilhardi (2001).
Portanto, é importante existir uma interação pais e filhos equilibrada entre afeto e limites, alicerçada no diálogo (para desfazer nós na comunicação familiar) e no respeito tais como sementes a nos fornecer flores e frutos.
A seguir, assista ao vídeo referente ao tema.

Não se esqueça de continuar acompanhando nossa série de postagens. 
Curta. Comente e compartilhe.
REFERÊNCIA:
GUILHARDI, H. Punição não é castigo, 2001. http://www.itcrcampinas.com.br/pdf/helio/Punicao_castigo.pdf
#DireitosDaCriança
#PsicologiaForense
#PsicologiaJurídica
#ECA
#EducaçãoInfantil
#CriaçãodeFilhos
#PadrõesEducativos
#PráticasParentais


LEIA MAIS

terça-feira, 16 de julho de 2019

LEGADOS DO ECA V: EDUCAÇÃO ESVAZIADA.


O Art .5  dos Direitos da Criança contempla que todas têm direito a educação e a cuidados especiais para a criança física ou mentalmente deficiente.
Temos  também por base além da Constituição Federal, o Eca, o Estatuto da Pessoa com Deficiência,  lei nº 13.146/15.
Uma das metas do Plano Nacional de Educação é justamente universalizar a educação para todas as pessoas de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos de idade com quaisquer tipos de transtornos globais do desenvolvimento, deficiência, altas habilidades ou superdotação, de forma que tenham acesso à educação básica e também a um atendimento especializado, e isso tudo dentro da rede regular de ensino.  Entretanto, não há dados para o monitoramento desta meta já que as pesquisas e o Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não buscam informações suficientes que permitam identificar como está a inclusão nas escolas desta população.


A sociedade global, por meio da UNESCO indica a importância da escola ser um meio de transformação social, de construção de uma sociedade fraterna e equitativa,  na  qual as pessoas convivam com as diferenças entre os povos,  respeitem cada singularidade e cultura. O Brasil reafirmou seu compromisso no Fórum Mundial sobre Educação ocorrido na Coréia em 2015, inclusive destacando a importância da igualdade de gênero para que o objetivo de educação para todos seja alcançado.
Inclusão pressupõe uma escola que se ajuste a todas as crianças,  considere seus déficits e não o contrário.
Bem atual ,  “ levantamento divulgado nesta segunda-feira (15) pelo jornal Folha de S.Paulo mostra que o governo, além de não investir, também “esvaziou” ações voltadas para a educação básica, como programais de apoio a educação em tempo integral, construção de creches, alfabetização e ensino técnico. Os dados foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) e Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento do Governo (Siop).” (Da Folha, 2019).
Para refletirmos:
Tendo em vista uma diversidade cada vez maior, o Relatório analisa como a
educação pode construir sociedades inclusivas e ajudar as pessoas a irem
além da tolerância, para aprenderem a conviver. Uma educação oferecida
de forma equitativa constrói pontes; a oferta desigual levanta muros entre
migrantes e refugiados e as suas comunidades de acolhimento” (UNESCO, 2019).
Que caminhos queremos para nosso país reduzindo verbas da educação?

REFERÊNCIAS:
FOLHA DE SÃO PAULO. Governo Bolsonaro corta recursos da educação básica, 2019.
UNESCO. Relatório de monitoramento global da educação 2019, 2019
#DireitosDaCriança
#PsicologiaJurídica
#PsicologiaForense
#Educação
#ECA

LEIA MAIS

segunda-feira, 15 de julho de 2019

LEGADOS DO ECA IV: A INFÂNCIA TEM FOME DE QUÊ ?


C

omo encontra-se, na atualidade os direitos apontados no artigo  dos Direitos da Criança, ou seja, “a alimentação, moradia e assistência médica adequada para a criança e a mãe”?
O homologação do ECA trouxe conquistas, melhorias quanto aos índices de mortalidade infantil até 2015. No entanto segundo dados do Observatório da Criança e do Adolescente "Pela 1ª vez desde 1990, em 2016 o país apresentou alta de 4,8% na taxa de mortalidade infantil em relação a 2015”. Lamentável essa regressão e a possibilidade de o Brasil retornar ao mapa da fome do qual havia saído em 2014.
Medidas de austeridade com programas sociais, a redução do Bolsa Família colocam em xeque o combate à mortalidade na infância no país,  ou seja, seu compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, segundo revista científica Plos Medicine.

Aparentemente paradoxal, a obesidade infantil também foi outro dado que apresentou-se preocupante. Contudo, também pode ser compreendida como  resultado da má nutrição.
Infelizmente, onde impera a necessidade básica, a fome, não poderá haver espaço para a reflexão sobre as emoções, sobre a autoestima. Por isso, a Psicologia enquanto Ciência e Profissão não poderá se omitir diante da miséria.
Como disse Betinho: “A fome e a miséria terão que estar em todos os debates, palanques e comícios.”
Para ilustrar a reflexão sobre o tema,  assista ao video a seguir.




REFERÊNCIA
FUNDAÇÃO ABRINQ PELOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE .A Criança e o Adolescente nos ODS (OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL), 2017

#DireitosDaCriança
#PsicologiaJurídica
#PsicologiaForense
#ECA


LEIA MAIS

domingo, 14 de julho de 2019

LEGADOS DO ECA III- GENTE TEM SOBRENOME

Nesse terceiro dia de apresentação dos artigos dos Direitos da Criança, hoje refletiremos sobre o art. 3, que refere-se ao direito da criança a um nome.
E vamos aos números. Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com base no Censo Escolar de 2011, indicam que mais de 5,5 milhões de crianças não têm o reconhecimento da paternidade na Certidão de Nascimento 
Sob ponto de vista psicológico é fundamental que a criança tenha em sua formação ambas as funções, a maternal  tanto quanto a paternal.

O enfoque psicanalítico demonstra que a figura paterna tem função de desconstruir a díade mãe/ bebê, trazer à criança ao interdito, à lei.  Portanto, mais que pensão, sobrenome, o nome paterno tem o significado de inserir a criança na cultura, na ordem de filiação.
Quando a mãe busca o reconhecimento de paternidade ela transmite à criança que seu próprio desejo (o da própria mãe) não é onipotente e que seu mundo está relacionado ao desejo de um outro, sendo fundamental à estruturação psíquica do ser humano. A função paterna faz parte do registro histórico, da identidade da criança.
Por fim, sob ótica cognitivo-comportamental, a mãe que priva a criança do contato paterno, de sua verdade, sua história, que tem em si a onipotência transmite para a criança a crença de possibilidade de que do pai pode prescindir, que ela não tem faltas, não suporta a realidade.
O reconhecimento da paternidade não é um direito materno, mas da criança.
Como garantir esse direito?  O TJ /SP por meio do Ministério Público tem feito mutirões para pedidos de reconhecimento de paternidade.
Também, Desde o ano passado, o serviço encontra-se fixo nas unidades de Poupatempo, inclusive nas do interior do estado....... Para entrar com o pedido, a exigência mínima é que se tenha informações sobre endereço, trabalho ou algum lugar por onde o pai tenha passado. E o cadastro pode ser todo feito pelo sistema on-line do Poupatempo. O tempo de conclusão é imprevisível”.
Finalizando, um vídeo sobre o tema. Bora assisti-lo?


REFERÊNCIA
FUNDAÇÃO ABRINQ. Cenário da Infância e da Adolescência no Brasil, 2018.
“Vivemos uma epidemia social de abandono paterno", diz promotor.https://universa.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/10/vivemos-uma-epidemia-social-de-abandono-paterno-diz-promotor.htm?cmpid=copiaecola
#paternagem
#FunçãoPaterna
#DireitosDaCriança
#ReconhecimentoDe`Paternidade
#PsicologiaJurídica
#PsicologiaForense


LEIA MAIS

LEGADOS DO ECA 2: FALANDO SOBRE A PROTEÇÃO DA CRIANÇA

Em formato de vídeo- aula, neste vídeo abordamos a proteção da criança, discutindo a terminologia de violência sexual contra crianças e adolescentes, bem como definição de violência sexual infantojuvenil.
Por fim, discutimos a prevenção e a importância da intervenção diante da violência contra criança e adolescente.
Gostou? Curta. Comente. Compartilhe com amigos.
Siga nosso blog e continue vendo a série sobre Direitos da Criança- Legados do ECA










#ViolênciaDomésticaContraCriançaeAdolescente
#ViolênciaSexualContraCriançaeAdolescente
#DireitosDaCriança
#PsicologiaJurídica
#PsicologiaForense



LEIA MAIS

sábado, 13 de julho de 2019

LEGADOS DO ECA 1: DIREITO A IGUALDADE, SEM DISTINÇÃO DE RAÇA, RELIGIÃO OU NACIONALIDADE

O


s direitos de crianças e adolescentes foram afirmados para todas crianças e adolescentes seja de qualquer território do planeta através da Declaração Universal dos Direitos da Criança aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 20 de novembro de 1959.
Neste ano no qual o Estatuto da Criança e do Adolescente comemora 29 anos de sua homologação, o que temos de legado?
O que conquistamos ao longo dos 29 anos? Quais os desafios ainda a serem enfrentados?
A fim de refletirmos sobre isso Psicologia na veia abordará ao longo de 10 dias cada um dos artigos da referida Declaração.
O art. 1º aponta que:
Todas as crianças têm direito a igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade”.
Pois é, aprendemos que somos um pais cordial, pacífico, diversificado, formado por diversas raízes, tendo uma identidade ímpar.
No entanto será que essa diversidade implica em inclusão, em igualdade, na garantia dos mesmos direitos?
·           A taxa de mortalidade infantil, que entre 1990 e 2015 caiu em 74,7% no país, não foi reduzida igualmente para crianças indígenas, cuja probabilidade de morrer antes de completar um ano de vida é duas vezes maior do que a de outras crianças (UN-IGME).
·           30,2% das crianças indígenas na Amazônia são afetadas por desnutrição crônica. A média do Brasil é 7% (Sisvan, 2016).
·           Apenas 59,4% das crianças indígenas tinham sido registradas em seu primeiro ano de vida (Censo Demográfico, 2010). Em 2014, a média do Brasil era de 99% (IBGE, 2014).
·           A cada dia, 28 CRIANÇAS E ADOLESCENTES SÃO VÍTIMAS DE ASSASSINATO no Brasil. Essa estimativa foi feita pelo UNICEF no Brasil, com base em dados do Datasus (2015).
·           Grupos indígenas apresentam altas taxas de suicídio entre jovens. A situação é atribuída à discriminação que enfrentam, e também a mudanças substanciais em seu entorno, com a expansão das cidades, a especulação fundiária, o avanço de algumas culturas sobre terras indígenas. Adolescentes indígenas muitas vezes sentem-se impotentes para mudar a situação de seus povos, ressentem-se da falta de perspectivas, sofrem traumas individuais e coletivos causados pela discriminação. 
·           Para adolescentes negros entre 12 e 18 anos de idade, o risco de morrer por homicídio é quase três vezes maior do que para adolescentes de cor branca na mesma faixa etária (índice de Homicídios na Adolescência – IHA, 2014).
·           56% da população brasileira concorda com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte de um jovem branco” (Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR – e Senado Federal, 2012).”

Pessoal, os dados falam por si, não ?
Foram elaborados proposições, dispositivos legais visando alterar tal realidade, tais como as leis 10.639 e 11.645, respectivamente em 2003 e 2008, tornando obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileira, africana e indígena em todas as escolas, públicas e particulares, no Ensino Fundamental e no Ensino Médio. A ONU  proclamou o período entre 2015 a 2024 como a Década Internacional de Afrodescendentes.
O UNICEF desenvolveu e lançou em 2010, com diversos parceiros, a campanha “Por uma Infância sem Racismo”.
No Brasil, a ONU lançou em 2017 a campanha nacional "Vidas Negras".
Enfim, muitos desafios a serem enfrentados e os profissionais de Psicologia, a Psicologia como ciência e profissão precisa fazer parte desta luta.
REFERÊNCIAS:
FUNDAÇÃO ABRINQ. Cenário da Infância e da Adolescência no Brasil, 2018.
Desafio 8: Promover práticas de enfrentamento ao racismo.
#psicologianaveia
#DireitosDaCriança
#ECA
#PsicologiaJurídica
#PsicologiaForense

LEIA MAIS

quarta-feira, 10 de julho de 2019

SÉRIE - DIREITOS DA CRIANÇA

Olá intenauta!
Dia 13/07 inciciaremos um grupo de 10 postagens; uma por dia sobre cada um dos 10 artigos dos Direitos da Criança ) para refletirmos sobre o ECA .Siga-nos no blog: cmtamaso.blogspot.com. Comente pelo menos 4 das postagens e compartilhe com 2 amigos e você concorrerá a 2 Kits de psicologianaveia.
#ECA
#Direitos da criança
LEIA MAIS